Amostra “vanguardista” que se repete em Angola  

12 Artistas ocuparam os quartos do hotel Globo, na baixa de Luanda, e mostraram tudo o que a imaginação sugere.
Com seis artistas a participar pela primeira vez, nesta edição o coletivo foi composto por Toy Boy, Lubazandyo Pemba Bula, Joana Taya, Nelo Teixeira, Colectivo Verkron, Maria-Gracia Latedjou, Ery Claver, Daniela Vieitas, Indira Grandê, Kiluanji Kia Henda, Mussunda N’Zombo (AKA Miguel Prince) e Thó Simões.

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Caracterizado por fugir ao convencional, o Fuckin’ Globo voltou a realizar-se com o mesmo espírito voluntário dos artistas que financiaram a iniciativa. Garantiram, assim, independência total em relação a instituições ou patrocínios, permitindo-lhes uma abordagem autónoma sobre temas culturais, sociais e políticos, arriscando apresentar novos sentidos estéticos e conceptuais.
Desde a primeira edição do Fuckin’ Globo, em Dezembro de 2015, já passaram pelo projeto inúmeros artistas angolanos que estão a dar “cartas” na cena cultural tanto do país como internacional. Entre eles encontram-se nomes como Kiluanji Kia Henda, Edson Chagas, João Ana, Elepê, Orlando Sérgio, Marcos Kabenda, Keyezua, André Cunha, Angel Ihosvanny, Thó Simões, Ery Claver, Irina Vasconcelos, Muamby Wassaky, Alekssandre Fortunato, Daniela Vieitas, Toy Boy, Colectivo Verkron, Gretel Marin, Kalaf Epalanga e António Ole.

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Três anos após o início desta fusão de arte sem tabus, já passaram milhares de visitantes, desde curiosos, diplomatas a representantes dos grandes centros de arte mundiais, que fizeram questão de conhecer a fundo os projectos artísticos desenvolvidos naquele espaço inusitado.
Uma mostra temporária que acontece todos os anos na terra da palanca e que recomendamos vivamente.